Novos postadores.

Procuro novos membros para a equipe Tenebrae, para aqueles que estiverem interessados basta entrar em contato comigo (Filipe Tenebrae), seja por comentários no blog ou mesmo por msn (s.o.a.d._dead@hotmail.com) espero que estejam gostando dos posts abraços.

sábado, 29 de outubro de 2011

A janela

    Uma janela pode ter muitos significados, seja apenas para se apreciar uma bela paisagem ou mesmo para dar passagem para outros lugares, seja o lugar visto do lado de fora seja um lugar inimaginável, para o David a janela era assim ele via alem do seu enorme quintal, ele via um novo mundo através de sua janela, mas também sabia que da mesma forma que ela poderia ti mandar para outros lugares ela poderia trazer coisas de outros também, mas o que ele mais temia era o que poderia vir de Lá?! Nunca presenciou nada de anormal em toda sua vida nem mesmo imaginou, mas sabia que tinha medo de algo então um dia ele pensou! Tenho que retirar esta duvida e descobrir o que há do outro lado da janela seja bom ou ruim tenho de descobrir, então quando todos foram dormir David levantou de sua cama já de madrugada, tocou seus pés descalços no frio piso de seu quarto e andou lentamente na direção da janela, cada passo que ele dava sentia seu coração pulsar mais forte até o momento em que tocou a janela, devagar ele foi a abrindo e sentindo o frio vento que vinha de fora o fazendo tremer de frio, mas o que o espantava era o fato de estarem no verão e o dia inteiro ter sido extremamente calor, mas como sua determinação falava mais alta ele continuou abrindo a janela, quando toda ela estava aberta ele se viu em uma imensidão de gelo formada em frente a sua casa como se estivesse no Alaska, mas o que estava acontecendo? Ele se impulsiona para escalar a janela e explorar este mundo de gelo todo seu que encontrou do lado da sua janela, ele sempre quis conhecer a neve e por morar no sul do Brasil nunca teve contato com ela mesmo que fizesse muito frio às vezes, então ele tocou a neve com seus pequenos pés, seu sorriso era largo e alegre seus olhos brilhavam de felicidade, nunca se sentiu tão emocionado na vida, pois acabava de realizar um sonho! David começa a caminhar pela imensidão branca e quanto mais andava mais ele afundava na neve, mas tamanha a alegria dele nem percebeu e seguiu caminhando, quando a neve já cobria seu corpo até a altura do pescoço ele achou mais seguro voltar descansar um pouco por que era difícil andar ali, e ele teria aula de manhã e assim o fez!
    Durante o dia ele estava muito empolgado por que queria visitar o lugar novamente, queria sentir a sensação de pisar descalço na neve de novo, então dormiu a tarde toda para que pudesse ficar mais tempo acordado de madrugada, e assim o fez, quando seus pais foram dormir ele foi lentamente até a janela e a abriu buscando seu mundo branco novamente, e de fato lá estava ele belo e silencioso como na noite anterior, David queria explorar este lugar que acabava de descobrir, queria conhecer cada canto e saber se haveria mais alguém que saberia chegar ali, ele começou a caminhar por ali, mas traçando um caminho diferente, quando a neve já estava na sua cintura ele olhou em volta mas nada percebeu, mas algo lhe chamou atenção no horizonte, era algo como um brilho parecia até uma estrela, mas percebia que estava no alto de algo como um monte, o que já lhe garantia um objetivo para esta noite! Investigar o que se tratava, ele começou a caminhar na direção do brilho, mas quanto mais ele caminhava mais ele sentia frio, era como se o vento de ontem leve e agradável desse lugar a uma ventania forte e brutal, mas isso não o desanimou e continuou vagando na direção do brilho, David ouviu um assovio vindo junto do vento, um assovio longo e agudo que lhe cortava os ouvidos de tão irritante, ele parou e tentou identificar de onde isso vinha, mas não conseguia, até que algo o toca nos pés por de baixo de toda aquela neve, algo como uma pequena porem forte mão o agarrava e o puxava para baixo o fazendo ficar com a neve na altura do pescoço, não podendo se agarrar em nada aos poucos o pequeno David era puxado para o chão, à neve já estava lhe cobrindo a boca o obrigando a trancar a respiração, mas o quanto mais ele era puxado mais ele afundava e o chão não era encontrado, após ser totalmente encoberto pela neve e já sentindo que seu corpo adormecia ele sente que a mão lentamente rasteja por seu pequeno e fraco corpo, chegando à altura do peito ele sente seu coração que já pulsava fraco ser esmagado! Uma forte dor que tomava conta de seu corpo agora o feria gravemente, sangue saia de sua boca manchando a calma e branca neve fazendo com que ele se afogue com o próprio liquido que expeliu então assim lentamente seu corpo foi desistindo de lutar e suas forças já não agiam mais deixando seu corpo a mercê da morte.
        Com o nascer do sol venho junto a noticia trágica, os pais de David foram acordar o filho para a aula e a cena que viram foi chocante, David estava pendurado com uma corda amarrada em seu pescoço no meio do quarto, seu corpo já estava gelado e sem vida, não acreditando que isso havia acontecido com seu pequeno David os pais descem o pequeno corpo e lamentam sobre o mesmo, David era um jovem garoto de 12 anos que nasceu com doenças mentais, no colégio era humilhado por aqueles que se julgava melhor que David por ele ser diferente, o que gerou uma depressão, David via por sua janela uma vida melhor, via o que ele desejava para ele e o que ele sonhava em ver, então antes de fazer o que havia planejado há dias queria realizar seu maior sonho que era tocar a neve, vendo que não tinha mais motivos para seguir em frente já que havia realizado seu maior desejo ele partiu, mas fica a duvida, seria mesmo a janela uma projeção da mente perturbada de David ou teria mesmo ela esta possibilidade? Olhe com mais atenção sua janela antes de dormir e tenha certeza de que nada esta de errado com ela, se sim a tranque bem, pois algo pode lhe visitar a noite. 

Em 1983, um grupo de cientistas profundamente religiosos conduziu um experimento radical num local desconhecido. Os cientistas haviam teorizado que um ser humano sem acesso a qualquer sentido ou forma de receber estímulos seria capaz de perceber a presença de Deus. Eles acreditavam que os cinco sentidos obscureciam nossa percepção da eternidade, e sem eles um humano poderia de fato estabelecer contato com Deus através dos pensamentos. Um homem idoso, que havia declarado não ter “nada mais pelo que viver”, foi o único voluntário para o teste. Para privá-lo de todos os sentidos, os cientistas realizaram uma complexa operação, na qual todas as conexões dos nervos sensoriais com o cérebro foram cirurgicamente interrompidas. Apesar do voluntário ainda possuir pleno controle muscular, não possuía mais visão, audição, paladar, olfato ou tato. Sem qualquer maneira de se comunicar com ou até mesmo notar o mundo ao seu redor, ele estava sozinho com seus pensamentos
Os cientistas o monitoraram enquanto ele falava em voz alta sobre seu estado mental em sentenças confusas que ele nem mesmo podia ouvir. Após quatro dias, o homem declarou estar ouvindo vozes abafadas e ininteligíveis em sua cabeça. Assumindo que aquilo era o princípio de uma psicose, os cientistas deram pouca atenção às reclamações do homem. Dois dias depois, o homem gritou que conseguia ouvir sua esposa falecida conversando consigo, e não parava por ai: ele conseguia se comunicar de volta. Os cientistas ficaram intrigados, mas não estavam totalmente convencidos, até que a cobaia começou a dizer os nomes dos parentes mortos deles. O homem continuou a dizer informações pessoais dos cientistas que só os companheiros e parentes falecidos deles poderiam saber. Nesse ponto, uma considerável parte dos cientistas abandonou o estudo.
Após uma semana conversando com os mortos através dos seus pensamentos, o voluntário ficou angustiado, dizendo que as vozes estavam opressivas. A todo momento em que estava desperto, sua consciência era bombardeada por centenas de vozes, que se negavam a deixá-lo sozinho. Ele frequentemente se jogava contra a parede, tentando induzir alguma resposta através da dor. Ele suplicou aos cientistas por sedativos para que pudesse escapar das vozes dormindo. Essa tática funcionou por três dias, até que ele começou a ter terríveis pesadelos. A cobaia disse repetidas vezes que podia ver e ouvir os mortos em seus sonhos.
Apenas um dia depois, o voluntário começou a berrar e arranhar seus olhos inúteis, tentando sentir alguma coisa no mundo físico. A cobaia histérica passou a dizer que as vozes estavam ensurdecedoras e hostis, falando sobre o inferno e o fim do mundo. Em certo ponto, ele gritou “nenhum paraíso, nenhum perdão” por cinco horas ininterruptamente. Ele continuamente pedia para ser morto, mas os cientistas estavam convencidos de que ele estava próximo de estabelecer contato com Deus.
Após outro dia, o voluntário não conseguia mais formar sentenças coerentes. Aparentemente louco, ele começou a arrancar nacos de carne de seu braço a mordidas. Os cientistas rapidamente correram para dentro da câmara de teste e o prenderam numa mesa, para que assim ele não pudesse se matar. Após algumas horas preso, o homem parou de lutar e gritar. Ele encarava o teto cegamente, enquanto lágrimas corriam silenciosas por sua face. Por duas semanas, a cobaia precisou ser manualmente reidratada devido ao choro constante. Eventualmente, ele virou o rosto e, apesar de sua cegueira, o homem fez contato visual focado pela primeira vez no estudo. Ele sussurrou “eu falei com Deus, e Ele nos abandonou” e seus sinais vitais cessaram. Não havia nenhuma causa de morte aparente.
Talvez isso seja só uma Creepypasta… talvez

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Você nunca deve confiar no silencio, até ele mente as vezes
Bons sonhos 
Pelos olhos de uma criança, o mundo é muito diferente. Toda criança tem medo do que possa estar debaixo de sua cama. Elas tem medo do que possa estar escondido no guarda-roupa ou espiando-as pela brecha de uma porta entreaberta. 
Crianças são muito mais perceptivas do que adultos. Seus olhos são capazes de ver coisas que os olhos adultos não vêem. Quando você cresce, fica cego para os perigos que se arrastam pela escuridão. Mas as crianças conseguem ver o que está lá. Elas vêem os monstros.
Se você enxergasse, por uma noite, através dos olhos de uma criança, você saberia o que é medo de verdade. Se você pudesse ver de novo o que você quase esqueceu na infância, imagine o quão assustador isso seria. Você lembra de todas as noites em claro, quando você se escondia debaixo do cobertor, tremendo, com medo de se mexer, de fazer algum barulho, até de respirar?
Essas são noites que os adultos esquecem. As noites em que você se cobria por completo para que os monstros não te peguem. As noites que você passava segurando a respiração, para não ser ouvido. Em que você se mexia o mínimo possível para não chamar a atenção. Eu sei que você lembra dessas noites.
A única coisa que poderia proteger você era a luz. Luz brilhante. Você dormia com a luz acesa. Isso era mais seguro. Isso significava que eles não podiam pegar você.
Adolescentes cometem um terrível deslize. Eles ainda sentem que há algo no escuro, mas tentam se convencer de que é só imaginação. Eles tem vergonha de dormir com a luz acesa. Os Adolescentesesquecem que a luz é a única coisa que os mantém afastados.
Enquanto você está sentado em frente ao computador, você acha que a luz do monitor será o bastante para mantê-los afastados?
Sinto muito, mas não é.
Agora olhe para trás com olhos de criança e tente não gritar.

sabe aquela sensação de que você está sendo observado? Então, eu tenho uma notícia:
Talvez não seja apenas uma sensação 
Durma bem, é o único jeito de você não saber o que há no seu quarto, atrás da sua porta ou debaixo da sua cama, mas uma coisa eu sei, a noite, você nunca está sozinho

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Solução?



Sinto o cheiro da terra molhada, escuto o cantar ao longe dos pássaros, sinto o frio do piso da grande e branca cozinha, vejo crianças correndo e brincando no parque do bairro, brincando como se fosse à única coisa que importasse, vejo uma criança afastada do grupo que jogava bola, ela queria apenas jogar junto, mas por que ela não podia, vejo um casal sorridente que juntos preparam o jantar, vejo os dois no quarto que com palavrões e socos discutem a relação, vejo amigos contarem novidades e segredos enquanto pelas costas inventam mentiras e falam mal de quem não os beneficiam, vejo os gananciosos pisando sobre a população que lentamente rasteja na vida medíocre que leva, vejo o amor que antes pulsava forte e que agora foi tomado em trevas, vejo a inocência já corrompida de uma geração inteira consumida pela mídia, vejo pessoas procurando motivos para odiar ao invés de motivos para se aproximar de boas coisas, após todas estas coisas o que consigo ouvir é o som do relógio tocando, o barulho que venho para me despertar, e me fazer sentir o cheiro de sangue, me fazer sentir minha alma deixando meu corpo, agora só vejo a escuridão cada vez mais tomando conta de meus olhos pesados, sinto a dor de meus pulsos que vertem meu vermelho e vivo sangue, vejo o piso branco e gelado tomado por uma imensidão de vermelho, vejo em mim um modo de libertação para que talvez assim não tenha de tapar meus olhos e fingir que nada de ruim foi presenciado, parar de tentar resolver as coisas e no final sempre acabar ferido, parar de tentar achar respostas no amor e aceitar o fato de que este sentimento não faz mais parte de minha vida, aceitar que estes últimos minutos que tenho foram suficientes para pensar em toda minha vida e aceitar que agora nada mais me afeta e que agora o que me resta é o descanso, e assim deixar esta carta para aqueles que ainda têm duvidas sobre o que fazer.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A menina do mar

Era uma vez uma família que morava na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que tinha uma filha, chamada Melanie, ela gostava muito de fazer longas caminhadas na praia noite adentro, principalmente no escuro total, pois era ali que ela realmente se abria para o mundo, quando ninguém podia ver, na penumbra total das doze badaladas, ela se despia e andava longas horas nua pela praia, quando começava a amanhecer, ela retomava seu curso e voltava para casa, até que um dia foi diferente, Melanie havia ido muito longe da praia, aonde ela começava, quando ela passou o primeiro canal, estava morrendo de sede, percebendo que não iria durar mais muito tempo sem a sua preciosa água, ela começou a voltar, horas se passaram e ela percebia que não chegava, então ela fez a unica opção que tinha, o mar era cheio de água, salgada e suja, mas ainda era água, ela correu para os mares e começou a beber, o sal da água queimava e cortava a sua garganta, mas ela apenas ficava com cada vez mais sede, ela continuou bebendo, mas então, devido ao sal em excesso em seu estomago e orgãos digestivos, ela morreu de hemorragia interna, pois o sal havia rasgado seus órgãos digestivos por completo. E foi assim , que a jovem Melanie Grace morreu. Seus pais ficaram arrasados, sua mãe morreu de desgosto, dois anos após se mudarem de lá, e seu pai acabou entrando no mundo das drogas e morreu de overdose, enfim, a família grace não existia mais.

Passado alguns anos, um casal recém - casado foi morar naquela mesma casa, o locador alugou-a por um preço razoável, e o casal aceitou esse preço, passado alguns meses, o casal começava a ouvir barulhos de passos molhados pela casa toda, e sempre que acordavam o piso estava todo molhado, como se alguém realmente encharcado tivesse passado por ali, depois de um tempo, o casal começava a ficar assustado e começa a pensar que tem algo ou alguém atormentando eles em sua própria casa.

Alguns meses depois


A mulher havia saido para ir em um chá de bebê de sua melhor amiga, que estava grávida de um menino de 8 meses. O homem estava sentado no sofá, assistindo a um filme de terror, foi quando ele teve o primeiro contato...
A menina, Melanie Grace, que à muito havia morrido, apareceu na porta da casa dele, toda encharcada pela água do mar, ela andou até o sofa sem o homem perceber, então ela chegou perto dele e disse:
"Estou te esperando, venha nadar comigo" e logo depois ela desapareceu, apenas deixando o rastro de água que toda noite aparecia. Assustado, o homem espera sua mulher chegar e conta o que aconteceu, ele insitste em trazer um padre para benzer a casa, e assim foi feito, mas o padre avisou, que se caso ela voltasse, ele não poderia fazer nada, a casa deveria ser queimada junto com tudo o que havia dentro dela...

9 meses depois


Nunca mais foi vista a garota, a casa parou de ficar molhada todas as noites, e o casal não poderia estar mais feliz, a garota nunca mais incomodara eles

1 semana depois


O marido acorda com uma vontade louca de andar pela praia, não querendo acordar a sua amada, ele decide fazer esta caminhada sozinho, quando estava a poucos passos da areia, a garota apareceu, com a pele com um tom esverdeado e seu vestido todo rasgado, ela chega perto do homem e diz "que bom que você veio nadar comigo, vamos, deixe-me levar ao mar" e com uma força inacreditável, ela começa a puxar o homem para o mar, cada vez mais fundo, ele tenta resistir, mas quanto mais força ele faz, mais a garota puxa forte, depois, descobriu que era inútil tentar resistir, e deixou-se levar pela garota, o homem morreu, e a mulher, não podendo mais suportar ficar sozinha, se atirou de um penhasco, dando fim a sua vida também, e foi assim, que duas familias, felizes e saudáveis, acabaram em mortes.

Fim